Em São Paulo, José Medina, acompanhado do cinegrafista Gilberto Rossi, dirige o longa “Fragmentos da vida”, em 1929. No mesmo ano, é lançado o primeiro filme nacional inteiramente sonorizado: “Acabaram-se os otários”, de Luiz de Barros.
(Cenas do filme de 1929 "Acabaram-se os otários").
No Rio de Janeiro, em 1930, Mário Peixoto realiza o vanguardista “Limite”, influenciado pelo cinema europeu.
Datam destes anos também os primeiros sinais da tomada de consciência cinematográfica nacional, com as revistas e jornais dedicando colunas e matérias ao filme brasileiro, como por exemplo a Cinédia.
Humberto Mauro demonstrou que o cinema nacional começava a dominar os recursos do cinema narrativo.


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