domingo, 26 de abril de 2009

Década de 70


Remanescentes do Cinema Novo ou cineastas estreantes, em busca de um estilo de maior comunicação popular, produzem obras significativas: “São Bernardo”, de Leon Hirszman; “Lição de amor”, de Eduardo Escorel; “Dona Flor e seus dois maridos”, de Bruno Barreto; “Pixote”, de Hector Babenco; “Tudo bem” e “Toda a nudez será castigada”, de Arnaldo Jabor; “Como era gostoso o meu francês”, de Nelson Pereira dos Santos; “A dama do lotação”, de Neville d'Almeida; “Os inconfidentes”, de Joaquim Pedro de Andrade, e “Bye, bye, Brasil”, de Cacá Diegues, que reflete as transformações e contradições da realidade nacional.
Pedro Rovai (Ainda agarro essa vizinha) e Luís Sérgio Person (Cassy Jones, o magnífico sedutor) renovam a comédia de costumes numa linha seguida por Denoy de Oliveira (Amante muito louca) e Hugo Carvana (Vai trabalhar, vagabundo).

Nenhum comentário:

Postar um comentário