Hector Eduardo Babenco (1946), produtor, diretor e roteirista, nasce em Buenos Aires. Naturalizado brasileiro, passa a viver em São Paulo, a partir de 1969. Inicia no cinema como figurante no filme “Caradura”, de Dino Risi, filmado na Argentina, em 1963. Na Europa, trabalha como assistente de direção. Em 1972, já no Brasil, funda a HB Filmes e dirige curtas como “Carnaval da vitória” e “Museu de Arte de São Paulo”. No ano seguinte, faz o documentário “O fabuloso Fittipaldi”. Seu primeiro longa-metragem, “O rei da noite” (1975), retrata a trajetória de um boêmio paulistano. Seguem “Lúcio Flávio, o passageiro da agonia” (1977), “Pixote, a lei do mais fraco” (1980), “O beijo da mulher aranha” (1985) e “Brincando nos campos do senhor” (1990). Pornochanchada – No esforço para reconquistar o público perdido, a "Boca do Lixo" paulista produz "pornochanchadas". Influência de filmes italianos em episódios, retomada de títulos chamativos e eróticos, e reinserção da tradição carioca na comédia popular urbana, marcam uma produção que, com poucos recursos, consegue uma boa aproximação com o público, como “Memórias de um gigolô”, “Lua-de-mel e amendoim” e “A viúva virgem”. No início dos anos 80, evoluem para filmes de sexo explícito, de vida efêmera.
domingo, 26 de abril de 2009
Hector Babenco
Hector Eduardo Babenco (1946), produtor, diretor e roteirista, nasce em Buenos Aires. Naturalizado brasileiro, passa a viver em São Paulo, a partir de 1969. Inicia no cinema como figurante no filme “Caradura”, de Dino Risi, filmado na Argentina, em 1963. Na Europa, trabalha como assistente de direção. Em 1972, já no Brasil, funda a HB Filmes e dirige curtas como “Carnaval da vitória” e “Museu de Arte de São Paulo”. No ano seguinte, faz o documentário “O fabuloso Fittipaldi”. Seu primeiro longa-metragem, “O rei da noite” (1975), retrata a trajetória de um boêmio paulistano. Seguem “Lúcio Flávio, o passageiro da agonia” (1977), “Pixote, a lei do mais fraco” (1980), “O beijo da mulher aranha” (1985) e “Brincando nos campos do senhor” (1990). Pornochanchada – No esforço para reconquistar o público perdido, a "Boca do Lixo" paulista produz "pornochanchadas". Influência de filmes italianos em episódios, retomada de títulos chamativos e eróticos, e reinserção da tradição carioca na comédia popular urbana, marcam uma produção que, com poucos recursos, consegue uma boa aproximação com o público, como “Memórias de um gigolô”, “Lua-de-mel e amendoim” e “A viúva virgem”. No início dos anos 80, evoluem para filmes de sexo explícito, de vida efêmera.
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